Será que as gerações Baby boomers e X possuem os mesmos valores e expectativas para definir como deverá ser o ensino para as próximas gerações ?
quinta-feira, 21 de abril de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
domingo, 20 de março de 2011
Voce sabia ?
DID YOU KNOW
* Os 10 empregos com mais procura em 2010 não existiam em 2004
** Nós estamos preparando os estudantes para empregos que ainda não existem, nos quais deverão utilizar tecnologias que ainda não foram inventadas, para resolver problemas que ainda não sabemos quais serão
*** O Departamento de Trabalho dos EUA estimam que os estudantes de hoje trocarão de 10 a 14 empregos até atinigrem a idade de 38 anos.
**** 1 entre 4 destes trabalhadores estão no seu atual emprego há menos de UM ano
***** 1 entre 2 deles está no emprego há menos de 5 anos.
****** A quantidade de informações técnicas está dobrando a cada 2 anos. Para os estudantes de cursos tecnicos significa que a metade de tudo do que eles aprenderam no primeiro ano já estará ultrapassado quando chegarem ao terceiro ano.
******* Em 2013 será construido um super computador que deverá superar a capacidade computacional do cerebro humano e em 2049, por apenas mil dolares, será diposnibilizado um computador com a capacidade computacional superior a de toda a espécie humana.
Vide o video completo e pergunte se voce sabe a solução para o ensino universitário :
(dica : comece trocando a palavra ensino por educação)
<iframe title="YouTube video player" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/xKps5DBJEJ4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
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* Os 10 empregos com mais procura em 2010 não existiam em 2004
** Nós estamos preparando os estudantes para empregos que ainda não existem, nos quais deverão utilizar tecnologias que ainda não foram inventadas, para resolver problemas que ainda não sabemos quais serão
*** O Departamento de Trabalho dos EUA estimam que os estudantes de hoje trocarão de 10 a 14 empregos até atinigrem a idade de 38 anos.
**** 1 entre 4 destes trabalhadores estão no seu atual emprego há menos de UM ano
***** 1 entre 2 deles está no emprego há menos de 5 anos.
****** A quantidade de informações técnicas está dobrando a cada 2 anos. Para os estudantes de cursos tecnicos significa que a metade de tudo do que eles aprenderam no primeiro ano já estará ultrapassado quando chegarem ao terceiro ano.
******* Em 2013 será construido um super computador que deverá superar a capacidade computacional do cerebro humano e em 2049, por apenas mil dolares, será diposnibilizado um computador com a capacidade computacional superior a de toda a espécie humana.
Vide o video completo e pergunte se voce sabe a solução para o ensino universitário :
(dica : comece trocando a palavra ensino por educação)
<iframe title="YouTube video player" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/xKps5DBJEJ4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
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Segundo Kiyosaki & Lechter (2001) Na Era Industrial, as regras eram estudar, encontrar um emprego seguro com benefícios e permanecer nele a vida inteira. Depois de mais ou menos vinte anos, chegava à hora de se aposentar e a empresa e o governo tomam conta de você até o final da vida. Na Era da Informação, as regras mudaram. Agora, as regras são estudar, tirar boas notas, encontrar um emprego e depois se preparar para esse emprego. Encontrar uma nova empresa e um novo emprego e tornar a se preparar. Encontrar uma nova empresa e um novo emprego e se preparar mais uma vez e esperar e rezar para consegui economizar uma quantia que dure até depois dos seus 65 anos, pois você viverá mais do que isso. A teoria que definia a era Industrial era E=mc2 de Einstein. A teoria que define a era da Informação é a de Moore, que reproduz a ideologia atual de que a quantidade de informações duplica a cada 18 meses. Em outras palavras; para se acompanhar as mudanças, é preciso reaprender tudo a cada 18 meses. Em seu livro, “O imenso desafio do futuro”, o professor Zuffo revela uma assustadora constatação, a de que o período do ciclo das Eras tem diminuído. Na Info Era ou Era da Informação, o período previsto pelo professor seria de apenas 4 anos, um período menor que o proposto para um curso de engenharia (ZUFFO, 1997).
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O RELATÓRIO JACQUES DELORS
vide:
pt.wikipedia.org/.../...
O Relatório Jacques Delors, publicado no Brasil como “Educação – um tesouro a se descobrir”, foi elaborado com o objetivo de emitir um parecer sobre as mudanças que deverão ocorrer na educação, por meio de novos processos de aprendizado, para acompanhar a velocidade e o volume de informações disponibilizado pelas novas tecnologias nos meios de comunicação. Este relatório conclui que a educação deverá estar organizada sobre quatro pilares:
• aprender a conhecer – adquirir instrumentos da compreensão;
• aprender a fazer – para poder agir sobre o meio que o envolve;
• aprender a conviver – socializar e praticar atividades cooperativas;
• aprender a ser – integrando os três: conhecer, fazer e conviver.
O aprender a conhecer tem sido o objetivo do ensino convencional e, em menor escala, acrescido do aprender a fazer. Já o aprender a conviver e o aprender a ser envolvem questões comportamentais e requerem uma nova metodologia de ensino.
A questão da grade curricular não se resume em definir o que se deverá ensinar, mas o modo como será ensinado. Com o volume de informações duplicando a cada 18 meses (vide acima), não é possível esperar que aluno aprenda tudo que deveria ser ensinado, mesmo porque não seria possível capacitar os professores para ensinar algo que ainda não foi descoberto ou inventado.
O que nos resta fazer é equacionar uma gestão de mudança curricular constante que não penalize os alunos pela troca constante de disciplinas a serem oferecidas para completar a sua diagonal curricular e a mudança do comportamento da atividade docente:
No ensino convencional o professor sabe, fala, explica, anima, pergunta, responde e cobra. A nova metodologia de ensino exige uma mudança nesses paradigmas, na qual o professor problematiza, apresenta, pergunta, indica possíveis percursos, estimula, orienta, assessora, informa e explica. O novo perfil do docente requer novas competências.
vide:
pt.wikipedia.org/.../...
O Relatório Jacques Delors, publicado no Brasil como “Educação – um tesouro a se descobrir”, foi elaborado com o objetivo de emitir um parecer sobre as mudanças que deverão ocorrer na educação, por meio de novos processos de aprendizado, para acompanhar a velocidade e o volume de informações disponibilizado pelas novas tecnologias nos meios de comunicação. Este relatório conclui que a educação deverá estar organizada sobre quatro pilares:
• aprender a conhecer – adquirir instrumentos da compreensão;
• aprender a fazer – para poder agir sobre o meio que o envolve;
• aprender a conviver – socializar e praticar atividades cooperativas;
• aprender a ser – integrando os três: conhecer, fazer e conviver.
O aprender a conhecer tem sido o objetivo do ensino convencional e, em menor escala, acrescido do aprender a fazer. Já o aprender a conviver e o aprender a ser envolvem questões comportamentais e requerem uma nova metodologia de ensino.
A questão da grade curricular não se resume em definir o que se deverá ensinar, mas o modo como será ensinado. Com o volume de informações duplicando a cada 18 meses (vide acima), não é possível esperar que aluno aprenda tudo que deveria ser ensinado, mesmo porque não seria possível capacitar os professores para ensinar algo que ainda não foi descoberto ou inventado.
O que nos resta fazer é equacionar uma gestão de mudança curricular constante que não penalize os alunos pela troca constante de disciplinas a serem oferecidas para completar a sua diagonal curricular e a mudança do comportamento da atividade docente:
No ensino convencional o professor sabe, fala, explica, anima, pergunta, responde e cobra. A nova metodologia de ensino exige uma mudança nesses paradigmas, na qual o professor problematiza, apresenta, pergunta, indica possíveis percursos, estimula, orienta, assessora, informa e explica. O novo perfil do docente requer novas competências.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Palestras na Unicamp
WORKSHOP ESTÁGIOS
Realizado em 04 de julho de 2002, este workshop foi dirigido aos coordenadores de cursos de graduação da Unicamp, representantes da CCG e convidados e teve por finalidade discutir questões acadêmicas e trabalhistas relacionadas às atividades de estágio.Exposições
Realizado em 04 de julho de 2002, este workshop foi dirigido aos coordenadores de cursos de graduação da Unicamp, representantes da CCG e convidados e teve por finalidade discutir questões acadêmicas e trabalhistas relacionadas às atividades de estágio.Exposições
As experiências da USP e da UNESP
Maria Vicentina de Paula do Amaral Dick (FFLCH-PRG/USP)
Marina B. Martinez (FCF/USP) - apresentação
Shigueharu Matai (Poli/USP) - apresentação
Ossamu Hojo (Comissão de Estágios/UNESP) - apresentação
Estágio e Formação Acadêmica
Celso Costa Lopes (Sub-Comissão de Estágios-CCG/Unicamp) - apresentação O estágio como elemento de interação universidade-empresa
Fabio de Mello (CNI/IEL) - apresentação - texto
Exposição: As ações do Ministério Público do Trabalho Dra. Adélia Augusto Domingues (Ministério Público do Trabalho, 2a região) - apresentação - texto
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Folha de S.Paulo
24/06/2003 - 03h00
Veja a opinião de leitores sobre o Folha Sinapse
da Folha de S.Paulo
Leia abaixo algumas cartas sobre o Folha Sinapse. Para enviar seu comentário por correio, escreva para al. Barão de Limeira, 425, 8º andar, CEP 01202-900, São Paulo, SP. Mande seu fax para o tel. 0/xx/11/3224-3362. Por e-mail, escreva para o folhasinapse@folha.com.br. Coloque sempre nome completo, endereço e telefone.
CAPA
Quero parabenizá-los pelo excelente Sinapse sobre avaliações. Considero de fundamental importância para a educação leituras como as que nos proporciona esse caderno.
Rosana Soares Bertocco Parisi
Poços de Caldas, MG
Excelentes as colocações feitas na reportagem "Exame é uma bomba?". Mas concluo que ela apenas levanta e bombardeia a questão da avaliação. Não encaminha idéias, infelizmente, para ocorrer algum avanço nessa área. Primeiramente, porque são expostas opiniões de doutores teóricos que, muitas vezes, nunca entraram numa sala de aula do ensino médio, exceto quando eram alunos. Por outro lado, expõe opiniões de sucessos ou insucessos de alunos ou professores sem experiência. Com exceção feita à professora Regina Mendes Zaidan, não houve nenhuma colocação clara sobre o problema da avaliação. Enquanto não ocorrer algum aperfeiçoamento na estrutura do ensino, ficaremos sempre pintando as paredes rachadas com críticas que não passam de "pedras" atiradas ao telhado.
Olímpio Rudinin Vissoto Leite
Santos, SP
Li atentamente a reportagem sobre avaliação. Gostei do trabalho, mas gostaria de fazer algumas observações: a) os exemplos usados na reportagem centraram-se nas exceções, e não no cotidiano da sala de aula; b) há no cotidiano das escolas e das universidades uma massa crítica muito preocupada com o processo de avaliação; c) São Paulo tem bons especialistas em avaliação que não foram ouvidos. Penso que a reportagem poderia ter explorado mais a posição dos pais, pois a relação entre escola e família muitas vezes impede o desenvolvimento mais rápido de novas práticas pedagógicas.
Jonival Côrtes
Campinas, SP
Amei o artigo "Professores e inspiradores", de Barbara Gancia. Gostei especialmente da referência e homenagem ao professor de gramática e literatura inglesa. Como sou professora, gostaria também de ser lembrada tão carinhosamente. De vez em quando, encontro ex-alunos dos quais me orgulho. Ainda bem que o magistério não é em vão.
Nazareth Lemos Maldonado Peres
São Paulo, SP
ESTÁGIO
Boa reportagem a respeito de estágios. Gostaria de comentar que seria interessante que a resolução do Conselho Estadual de Educação sobre estágio [que especifica, entre outras normas, carga horária e responsabilidade de supervisão] aplicada ao ensino médio fosse aplicada aos cursos de nível superior. Dessa forma, evitaríamos o desvirtuamento da prática do estágio.
Shigueharu Matai, coordenador de estágio da Escola Politécnica da USP
São Paulo, SP
Muito oportuna a reportagem "O trabalho que não ensina". Estágios cumprem, primordialmente, uma função pedagógica, e desvios precisam ser encarados como problemas sérios e equacionados por meio de ações apropriadas. A Fundap (Fundação do Desenvolvimento Administrativo), citada, mas não ouvida pela reportagem, administra há mais de 20 anos um programa de estágios voltado para o setor público do Estado de São Paulo. O programa inclui avaliações periódicas para, entre outros objetivos, identificar e sanar eventuais desvios, como os apontados pela matéria. Acreditamos que discussões maduras e consistentes, como as que aconteceram no Encontro Nacional de Estágios, constituam uma importante estratégia para aperfeiçoar os estágios no Brasil.
Silvia de Almeida Prado Sampaio, superintendente técnica da Fundap
São Paulo, SP
TESTE
Gostaríamos de dizer que respondemos o teste de política ambiental e que foi bom, pois tratar desse tema é sempre relevante. Mas ele revela uma arrogância. Perguntamos: como ficariam os aracnídeos, os anfíbios e as inúmeras aves e espécies insetívoras se ocorresse o "extermínio" dos pernilongos? Algumas árvores iriam preferir um abraço frio e impessoal a serem dilaceradas por uma motosserra. Sugerimos que o autor faça uma leitura ou releitura da "Ética" de Spinoza.
Célio M. Ferreira e Sílvio de Lima
São Paulo, SP
SISTEMA DE COTAS
Sobre o sistema de cotas, devo reconhecer que é uma ótima intenção. Porém, esse sistema demonstra que não é tão eficiente quanto deveria ser. O governo deveria criar um número de vagas especiais e exclusivas para alunos negros, pardos e vindos de escolas públicas. Desse modo, os estudantes brancos não seriam prejudicados, e a integração daqueles alunos nas universidades ainda seria garantida, diminuindo, assim, as desigualdades entre grupos étnicos e entre diferentes grupos sociais.
Luana Castro de Souza Marotta
Belo Horizonte, MG
MUSEUS
Gostaria de cumprimentá-los por incluir com constância reportagens sobre museus parceiros da educação. No último número, há uma boa reportagem sobre museus de ciências como espaços privilegiados para o aprendizado das crianças.
Arilza de Almeida, diretora-substituta do Museu do Índio e chefe do serviço de atividades culturais
Rio de Janeiro, RJ
CAMINHO DAS PEDRAS
Fiquei surpreso com a reportagem de jazz. Se alguém não "entendia" o jazz, lendo o texto vai entender menos ainda. Os comentários de certos músicos consagrados sobre entender ou não o gênero referem-se ao entendimento de qualquer tipo de arte. Para o autor, entender jazz é saber quem é quem na sua história. Mesmo quem só ouve as músicas, ou só contempla obras de arte, tem um aprendizado gradual. Ninguém falou que o jazz é incompreensível (se não, para que ele existe?). Mas sua compreensão não é um "claro ou escuro". Há matizes.
Marcos Quigna
Ribeirão Preto, SP
SABOR DO SABER
A inocência de Rubem Alves está a ponto de fazê-lo cair no fosso do ridículo. Chamar o vestibular de "câmara de tortura" até que dá para engolir. Afinal de contas, todo o sistema educacional propedêutico, pré-universitário, no mundo todo, é enfiado goela abaixo da criança e do adolescente até que se profissionalizem e arrumem um emprego ou caiam por inteiro no mundo da marginália criminal, miserável, alucinógena ou assistencial. Agora, esse papo de sorteio para a seleção de futuros universitários só pode ser pura piada.
Luiz Alberto de Lima Nassif
São Paulo, SP
É com muito prazer que leio as colunas de Rubem Alves, pela sua sensibilidade ímpar de fazer analogias tão ricas e gratificantes... Muito obrigada pela sua existência, que nos "premia" com mensagens altamente estimuladoras e positivas dentro desse caos urbano.
Mônica Azevedo
São Paulo, SP
Esta seção se reserva o direito de publicar apenas trechos de cartas.
Leia mais cartas sobre o Folha Sinapse.
Leia abaixo algumas cartas sobre o Folha Sinapse. Para enviar seu comentário por correio, escreva para al. Barão de Limeira, 425, 8º andar, CEP 01202-900, São Paulo, SP. Mande seu fax para o tel. 0/xx/11/3224-3362. Por e-mail, escreva para o folhasinapse@folha.com.br. Coloque sempre nome completo, endereço e telefone.
CAPA
Quero parabenizá-los pelo excelente Sinapse sobre avaliações. Considero de fundamental importância para a educação leituras como as que nos proporciona esse caderno.
Rosana Soares Bertocco Parisi
Poços de Caldas, MG
Excelentes as colocações feitas na reportagem "Exame é uma bomba?". Mas concluo que ela apenas levanta e bombardeia a questão da avaliação. Não encaminha idéias, infelizmente, para ocorrer algum avanço nessa área. Primeiramente, porque são expostas opiniões de doutores teóricos que, muitas vezes, nunca entraram numa sala de aula do ensino médio, exceto quando eram alunos. Por outro lado, expõe opiniões de sucessos ou insucessos de alunos ou professores sem experiência. Com exceção feita à professora Regina Mendes Zaidan, não houve nenhuma colocação clara sobre o problema da avaliação. Enquanto não ocorrer algum aperfeiçoamento na estrutura do ensino, ficaremos sempre pintando as paredes rachadas com críticas que não passam de "pedras" atiradas ao telhado.
Olímpio Rudinin Vissoto Leite
Santos, SP
Li atentamente a reportagem sobre avaliação. Gostei do trabalho, mas gostaria de fazer algumas observações: a) os exemplos usados na reportagem centraram-se nas exceções, e não no cotidiano da sala de aula; b) há no cotidiano das escolas e das universidades uma massa crítica muito preocupada com o processo de avaliação; c) São Paulo tem bons especialistas em avaliação que não foram ouvidos. Penso que a reportagem poderia ter explorado mais a posição dos pais, pois a relação entre escola e família muitas vezes impede o desenvolvimento mais rápido de novas práticas pedagógicas.
Jonival Côrtes
Campinas, SP
Amei o artigo "Professores e inspiradores", de Barbara Gancia. Gostei especialmente da referência e homenagem ao professor de gramática e literatura inglesa. Como sou professora, gostaria também de ser lembrada tão carinhosamente. De vez em quando, encontro ex-alunos dos quais me orgulho. Ainda bem que o magistério não é em vão.
Nazareth Lemos Maldonado Peres
São Paulo, SP
ESTÁGIO
Boa reportagem a respeito de estágios. Gostaria de comentar que seria interessante que a resolução do Conselho Estadual de Educação sobre estágio [que especifica, entre outras normas, carga horária e responsabilidade de supervisão] aplicada ao ensino médio fosse aplicada aos cursos de nível superior. Dessa forma, evitaríamos o desvirtuamento da prática do estágio.
Shigueharu Matai, coordenador de estágio da Escola Politécnica da USP
São Paulo, SP
Muito oportuna a reportagem "O trabalho que não ensina". Estágios cumprem, primordialmente, uma função pedagógica, e desvios precisam ser encarados como problemas sérios e equacionados por meio de ações apropriadas. A Fundap (Fundação do Desenvolvimento Administrativo), citada, mas não ouvida pela reportagem, administra há mais de 20 anos um programa de estágios voltado para o setor público do Estado de São Paulo. O programa inclui avaliações periódicas para, entre outros objetivos, identificar e sanar eventuais desvios, como os apontados pela matéria. Acreditamos que discussões maduras e consistentes, como as que aconteceram no Encontro Nacional de Estágios, constituam uma importante estratégia para aperfeiçoar os estágios no Brasil.
Silvia de Almeida Prado Sampaio, superintendente técnica da Fundap
São Paulo, SP
TESTE
Gostaríamos de dizer que respondemos o teste de política ambiental e que foi bom, pois tratar desse tema é sempre relevante. Mas ele revela uma arrogância. Perguntamos: como ficariam os aracnídeos, os anfíbios e as inúmeras aves e espécies insetívoras se ocorresse o "extermínio" dos pernilongos? Algumas árvores iriam preferir um abraço frio e impessoal a serem dilaceradas por uma motosserra. Sugerimos que o autor faça uma leitura ou releitura da "Ética" de Spinoza.
Célio M. Ferreira e Sílvio de Lima
São Paulo, SP
SISTEMA DE COTAS
Sobre o sistema de cotas, devo reconhecer que é uma ótima intenção. Porém, esse sistema demonstra que não é tão eficiente quanto deveria ser. O governo deveria criar um número de vagas especiais e exclusivas para alunos negros, pardos e vindos de escolas públicas. Desse modo, os estudantes brancos não seriam prejudicados, e a integração daqueles alunos nas universidades ainda seria garantida, diminuindo, assim, as desigualdades entre grupos étnicos e entre diferentes grupos sociais.
Luana Castro de Souza Marotta
Belo Horizonte, MG
MUSEUS
Gostaria de cumprimentá-los por incluir com constância reportagens sobre museus parceiros da educação. No último número, há uma boa reportagem sobre museus de ciências como espaços privilegiados para o aprendizado das crianças.
Arilza de Almeida, diretora-substituta do Museu do Índio e chefe do serviço de atividades culturais
Rio de Janeiro, RJ
CAMINHO DAS PEDRAS
Fiquei surpreso com a reportagem de jazz. Se alguém não "entendia" o jazz, lendo o texto vai entender menos ainda. Os comentários de certos músicos consagrados sobre entender ou não o gênero referem-se ao entendimento de qualquer tipo de arte. Para o autor, entender jazz é saber quem é quem na sua história. Mesmo quem só ouve as músicas, ou só contempla obras de arte, tem um aprendizado gradual. Ninguém falou que o jazz é incompreensível (se não, para que ele existe?). Mas sua compreensão não é um "claro ou escuro". Há matizes.
Marcos Quigna
Ribeirão Preto, SP
SABOR DO SABER
A inocência de Rubem Alves está a ponto de fazê-lo cair no fosso do ridículo. Chamar o vestibular de "câmara de tortura" até que dá para engolir. Afinal de contas, todo o sistema educacional propedêutico, pré-universitário, no mundo todo, é enfiado goela abaixo da criança e do adolescente até que se profissionalizem e arrumem um emprego ou caiam por inteiro no mundo da marginália criminal, miserável, alucinógena ou assistencial. Agora, esse papo de sorteio para a seleção de futuros universitários só pode ser pura piada.
Luiz Alberto de Lima Nassif
São Paulo, SP
É com muito prazer que leio as colunas de Rubem Alves, pela sua sensibilidade ímpar de fazer analogias tão ricas e gratificantes... Muito obrigada pela sua existência, que nos "premia" com mensagens altamente estimuladoras e positivas dentro desse caos urbano.
Mônica Azevedo
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